Internacional

ANÁLISE: Walter Santos aborda causas e efeitos do Coronavirus e expõe motivações denunciadas pela China; Trump rompe com Nixxon

16/03/2020


A origem do Coronavirus, a guerra biológica 48 anos após Nixon, a recuperação da China, ainda a Rússia e a intenção de invasão militar à Venezuela

O mundo ocidental entrou em pânico diante da pandemia criada pelo Coronavirus a partir de Wuhan, na China, se espalhando por todo o mundo, cuja origem é tratada pelos chineses, após investigação exaustiva desde janeiro de 2020, atestando que o vírus foi introduzido na cidade por estrangeiros, no caso soldados americanos, que eles insinuam e não afirmam categoricamente ainda.

Antes de qualquer conclusão, um detalhe: a China já controlou a pandemia e o vírus em si, enquanto o Ocidente se derrete com a expansão do Coronavirus.

Pois bem, a informação de que o vírus foi introduzido como possível guerra biológica é a mais dura e importante informação do atual momento de gravidade repassada ao Mundo pelo ministro Zhao Lijian na quinta-feira (12/03), mas completamente ignorada e sem nenhum eco na mídia do Ocidente propositadamente.

A GUERRA DE TRUMP ANULA NIXXON

A guerra biológica no tempo presente é o maior dos graves problemas mantidos pelos enlouquecidos pós-capitalistas em busca de lucros desmedidos ignorando entre tantos valores a própria história dos EUA com a China na fase pós Segunda Guerra, cuja aproximação de grandes efeitos leva a assinatura do presidente Richard Nixxon sob a costura diplomática de Henry Kissinger. Este foi o maior articulador.

Embora celebrado em 21 de fevereiro de 1972, o acordo começou a ser costurado por Kinssinger nos anos 60 quando Nixon ao assumir a presidência dos EUA em 1969 pegou o País em graves problemas gerados pela Guerra do Vietnã vencida pelos vietnamitas.

À época o acordo com a China visava em tese impedir qualquer aproximação chinesa com a Rússia que, nessa fase já estava mais avançada no comando da indústria bélica, portanto, a estratégia era tirar os chineses de relacionamento com russos – algo que 48 anos depois Donald Trump construiu por gravidade e sem grandes custos para China e Rússia.

POR QUE O VIRUS NÃO CHEGOU À RÚSSIA E CUBA?

O Ocidente não reverbera o que na essência se mantém vivo, sobretudo na não – narrativa da Mídia engajada, ou seja a constatação de que o Coronavirus não se registra nem na Rússia e países da antiga URSS nem em Cuba, nas barbas americanas.

Como países europeus com presença forte do fator climático não abriga casos do vírus?

Noutro patamar geográfico e climático, por que a ameaçada e perseguida ilha de Cuba não registra nenhum caso?

Neste último cenário, de Cuba, é lá que está o melhor sistema médico público da América Latina, segundo o Banco Mundial ajudando a China a resolver o Coronavirus.

A REAÇÃO EFETIVA PÓS ATAQUE NA CHINA DE OLHO NA VENEZUELA

A impressão é de que a guerra comercial entre EUA e China aberta em 2019 já denunciava que o Mundo havia entrado em um novo patamar de risco, mesmo que analistas do Ocidente tenham tratado como mero problema burocrático e não como ante sala de futuros conflitos pós militares, portanto, até biológicos.

Aliás, esta guerra já começou arrastando para dentro dela o Irã e a Rússia, sobretudo pela interferência no Oriente Médio – onde a guerra de preços do petróleo é só um capítulo, agora querendo chamar o Brasil para interferir na Venezuela.

O ACORDO COM BOLSONARO NÃO TEM ENDOSSO DO BRASIL

Enquanto todo mundo age sob efeitos do Coronavirus, o Brasil tem seu presidente Jair Bolsonaro quebrando protocolos estimulando ataques à Democracia estimulando fanáticos, sem que o País se aperceba do grave acordo assinado às escondidas nos EUA, recentemente, produzindo muito mais do que contaminação da comitiva brasileira.

Aliás, nos ultimos tempos motivos não faltam para quebra do decoro pelo presidente.

O recente acordo “secreto” chancela antigo interesse dos insaciáveis ricos do petróleo não satisfeitos com o Pré Sal entregue a preço de banana para compensar o domínio econômico e territorial diante do crescimento da força da China e as Rússia, juntas maiores do que o Tio Sam. Agora, querem a Venezuela.

Este, em sintese se configura como saldo real do “Coronavirus” fabricado com ambição econômica e territorial. É a China que diz.

Antes de tudo, um sério detalhe: a China já superou o Coronavirus, ainda enfrenta os efeitos, mas ressurge com muito mais força do que o capital meramente predador.


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