Nordeste

Bahia ganha primeiro Observatório de Ciência, Tecnologia e Inovação

Revista Nordeste – Em uma Era quando dados e informações têm influência direta na vida da sociedade, a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti) deu mais um passo rumo à democratização de informações e sai na frente com o lançamento do Observatório de Ciência, Tecnologia e Inovação da Bahia, que vai reunir diversas informações sobre este setor no Estado. O projeto deu origem a uma plataforma, que não só vai reunir dados do ecossistema de CTI, como também vai incentivar a inovação tecnológica.

De acordo com Adélia Pinheiro, secretária da Secti, além da plataforma, o Observatório também contará com ações de integração entre o sistema, para que futuramente os usuários possam se tornar os principais alimentadores de informação do portal. “O Observatório contribuirá na melhoraria do contato entre diversas instituições, além de auxiliar a Secretaria e demais órgãos do Estado na tomada de decisão e construção de novas políticas públicas”, declarou.

A Plataforma permite acessar diferentes categorias que compõem o ecossistema de CTI. São elas: a Educação Básica, Profissional, Superior e Pós-graduação, além dos projetos e bolsas concedidas pela Fapesb e do Emprego e Renda na Bahia. Ao longo do projeto, serão inseridas mais informações dentro desses aspectos para que seja possível observar com mais propriedade cada competência científica, a infraestrutura instalada nos laboratórios e equipamentos, os dados sobre demandas tecnológicas, fontes de fomento e financiamento, identificação de arranjos produtivos locais, novos habitats de inovação, aproximação com entidades setoriais, entre outros.

Adélia afirma que, de forma geral, uma plataforma como esta, aliada às futuras ações de integração, torna-se uma ferramenta para disponibilizar e disseminar informações estruturadas em CTI e fortalecer a comunidade de cientistas, pesquisadores, empreendedores, entre outros.

A plataforma do Observatório foi projetada com arquitetura modular e contempla ainda iniciativas para estruturar novas bases de informações organizacionais que podem ser alimentadas pelos próprios atores do ecossistema de CTI, adicionando na plataforma dados acerca de sua região e ICTs, dessa forma, a plataforma caminha para a autossustentabilidade, com o intuito de se manter sempre atualizada.

“O Observatório vem para os baianos, sejam eles das universidades, centros de pesquisa, startups e demais segmentos, como um instrumento de integração e produção de informações de governo, institutos de ciência e tecnologia, setor produtivo e a sociedade civil organizada. Desta forma, almejamos tornar-nos um radar tecnológico que aponte oportunidades e também as demandas dos atores do sistema”, completou.


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