Walter Santos Walter Santos

Jornalista e diretor executivo do grupo WSCOM


  • postado em 09/12/2014

    Governadores devem tirar apoio a Dilma

    Governadores devem tirar apoio a Dilma

    Tudo pronto para a primeira oportunidade de encontro de todos os governadores eleitos, à exceção de Sergipe – Jackson Barreto, com suas altas expectativas e reflexões sobre a conjuntura econômica e, por conseguinte, com efeitos na gestão estadual chamando a atenção de todos os lideres sobre como enfrentar esse novo ciclo.

    Em que pese a força da pauta administrativa, certamente o apelo político e sua oportunidade de agora deve prevalecer na construção no mínimo de maioria folgada para a tirada de uma Nota de apoio ao Governo Dilma diante das tentativas insistentes do PSDB, de setores à Direita e da Midia instalada entre São Paulo de querer criar clima de Impeachment.

    À exceção de Paulo Câmara, que na disputa ficou com Marina e Aécio Neves, todos os oito outros governadores eleitos têm posição fechada de apoio a Dilma, logo admitir a Nota de apoio é condição óbvia até.

    Os termos ainda não são conhecidos, mas uma Alta Fonte a que tivemos acesso nos revelou que o apoio à consolidação do Superávit Primário garantido o emprego e a retomada gradativo do crescimento, além de posição mais firme contra o que se chama de Golpismo – querer assumir o Poder na marra, mesmo perdendo a eleição – deve compor o conjunto dos valores de apoio à presidenta.

    RICARDO SAI NA FRENTE

    O fato do governador paraibano ser o primeiro anfitrião tem uma simbologia porque é do PSB mas apóia abertamente Dilma Rousseff e trabalha no partido para ele retomar a convivência com o campo da esquerda e não migrar para o Centro e Direita como querem alguns lideres socialistas.

    CARAS NOVAS E CAPAZES

    Pelo que será exposto pela primeira vez num conjunto só de oportunidade, chamará a atenção o fator de juventude que os novos governadores representam, à exceção de Jackson Barreto, do Sergipe.

    Os três maiores estados, por exemplo – Bahia (Rui Costa), Pernambuco (Paulo Câmara) e Ceará (Camilo Santana) não destoam dos demais ambientes federativos com gente nova, leia-se Renan Filho (Alagoas), Robinson Faria (Rio Grande do Norte) e o governador eleito pela terceira vez no Piaui, Wellington Dias – um grande quadro da classe política.

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    “No recanto bonito do Brasil/
    Sorri a minha terra amada...”
     



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  • postado em 06/12/2014

    A leitura de Adalberto, o Golpismo e Karabtchevsky

    A leitura de Adalberto, o Golpismo e Karabtchevsky

    O processo político na Paraíba tomou novo rumo a partir da recente disputa governamental em que estreitou as relações socialistas do governador Ricardo Coutinho e do prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo, levando nessa contextualização a aliança entre PT e PSB com chances reais de manter o Poder sob esse signo partidário por muitos e muitos anos. Neste espaço ainda vamos tratar da insistência macabra da Oposição liderada por Aécio Neves em tentar Golpe contra Dilma Rousseff e da presença honrosa na Capital paraibana de maestro Isaac Karabtchevsky regendo a Orquestra Sinfônica municipal neste sábado, a partir das 17 horas. É muito luxo e reconhecimento.

    Pois bem, a análise inicial traduz a síntese do que pensa e reproduz o expert em política, Secretário Adalberto Fulgêncio, um dos mais influentes assessores da Prefeitura Municipal e, particularmente, do prefeito Luciano Cartaxo.
    Adalberto não tem papa na língua, ou seja, considera Ricardo a maior liderança política do Estado e, na gradativação, vê o prefeito do PT e da Capital como segundo maior líder, por isso desse engenho e realidade projeta condições de se manterem no Poder por muito tempo.

    No caso de RC, ele realça o papel exercido pelo chefe do executivo estadual agora como liderança regional ao reunir todos os governadores eleitos do Nordeste no Centro de Convenções.

    Adalberto acha que Ricardo ascende a outro patamar quando chama para o debate questões da macroeconomia e dos problemas políticos, como se dá na tentativa da Oposição e de Aécio Neves em querer insistir em Impeachment de Dilma não acatando o resultado das urnas.

    No caso de Luciano Cartaxo, ele projeta um ano de muito trabalho para cacifar a reeleição do prefeito e levá-lo na sequência a outro plano, ou seja, da possibilidade de ser candidato ao Governo em 2018, embora tudo passe por 2016.

    UM GRANDE MAESTRO ENTRE NÓS


    Quem puder, que se permita a assistir neste sábado a um grande concerto de música erudita sob a regência genial do maestro Isaac Karabtchevsky.

    Lembro dele ainda dos tempos de Tarcisio Burity, indiscutivelmente o governador paraibano que mais investiu em música clássica ainda gerando meios de estrutura a escola musical – vide Departamento de Música da UFPB – imortalizando nossa formação de gerações de músicos.

    Aplausos para a Orquestra Sinfônica de João Pessoa, ao maestro Laércio Diniz – responsável pelo convite ao grande mestre – e nesse patamar ainda respingando positivamente em torno do prefeito Luciano Cartaxo.

    UMA SINTESE DE KARABTCHEVSKY

    Isaac Karabtchevsky (São Paulo, 27 de dezembro de 1934) é um maestro brasileiro. Iniciou sua carreira como regente do Madrigal Renascentista, de Belo Horizonte. Já atuou como diretor artístico da Orquestra Sinfônica Brasileira de 1969 a 1994, do Teatro La Fenice entre 1995 e 2001, da Orquestra Tonkünstler entre os anos de 1988 e 1994, da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre de 2003 a 20101 2 e atualmente é o diretor artístico e regente principal da Orquestra Petrobras Sinfônica. Além disso, foi diretor musical da Orchestre National des Pays de la Loire entre os anos de 2004 a 2009.

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    “Somos a Porta do Sol/ deste País tropical...”



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  • postado em 21/11/2014

    O novo Papel estratégico de Armando Monteiro

    Armando com Tânia em evento da Revista NORDESTE

     O novo Papel estratégico de Armando Monteiro

    Enquanto a grande mídia só cuidava de decifrar os nomes que a presidenta Dilma Rousseff escolheria, como escolheu para a área econômica, no paralelo uma das mais difíceis escolhas da petista na recomposição das políticas industriais estava, como se consolidou, em torno do ex-presidente da Confederação Nacional da Indústria, senador pernambucano Armando Monteiro para comandar o Desenvolvimento Econômico nacional.

    Façamos um ajuste em tempo: Armando vai ser com a área econômica o vetor da retomada do desenvolvimento econômico com efeito social no Brasil.

    Se reparar bem direito, a escolha do senador de Pernambuco tem espectro central na sua trajetória de homem ligado às entidades representativas da Indústria, logo tratar também com Comércio, Serviços, etc não será nenhum problema, portanto, a ele está confiada uma das mais difíceis tarefas de primeiro de janeiro em diante.

    Fora da leitura de Primeiro Mundo afeita à escolha indústria, há ainda o fator preponderante dele ser, por coincidência ou não, do estado que mudou o rumo da eleição no segundo turno porque Pernambuco revertou e deu 70% da votação consolidadora de Dilma.

    No velho jargão político, ele vai ser o Superior “homem do Governo Federal” que metrificará os passos do governador Paulo Camara a partir da gestão de 2015, embora o chefe do executivo tenha prerrogativas de ser como gestor eleito pelo voto popular merecedor do tratamento especial que Pernambuco receberá da presidenta.

    Em linhas gerais, o governo de Pernambucano passa a ter um “guardador” dos passos políticos, sem afetar as obras e investimentos, entretanto, sem a condição de melé solto que, por exemplo, Eduardo Campos teve na gestão de Lula.

    Dilma começa a fazer político muito mais além do que pensam e torcem seus desafetos.

    O CASO ARMANDO

    Ninguem tira os méritos de Paulo Camara ao ascender no Governo de Pernambuco, mesmo assim sem densimetria para averiguar os fatos agora narrados, sem a comoção em torno de Eduardo Campos ele não teria mesmo desempenho.

    Leve-se ainda em consideração que Armando mostrou-se muito preparado para o exercício de governo.

    AMIGO DA PARAIBA

    Tempos atrás, Armando Monteiro com a renomada consultora Tânia Barcelar e o governador João Lyra participou de Seminário promovido pelo Grupo WSCOM para comemorar mais um aniversário no auditorio do JCPM, em Recife.

    Armando é amigo particular do empresário Buega Gadelha, presidente da Federação da Indústria da Paraiba. Aliás, Buega foi o coordenador da campanha que fez Armando presidente da CNI.

    É o fraco!

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    "A gente colhe o que planta..."


     



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