Walter Santos Walter Santos

Jornalista e diretor executivo do grupo WSCOM


  • postado em 19/04/2011

    A ousadia sábia de Afra Soares

    O mundo se mantém como ambiente vasto das novidades produzidas nos vários campos, mesmo assim há valores perenes na história da própria humanidade como a explicar a essência do sabor de viver, de celebrar a vida desde o principio. Um desses elementos/origem atende pelo nome de Vinho, cuja história se confunde em importância com a da própria humanidade acompanhando grande parte da evolução sócio-econômica e culturas de várias civilizações do Ocidente e do Oriente.

    É neste contexto que, ao longo do tempo acompanhei a evolução de Afra Soares, sempre muito antenada e inquieta com os fatos e história, agora tomada da sabedoria à base de muito estudo e degustação sobre o Vinho, História e tantas variáveis sempre pela ótica da combinação entre sabor e cultura.

    Não é fácil tratar deste tema tão especializado, mas Afra Soares já dispõe de Know How para dizer ao quatro cantos que pode ser uma aliada de luxo na interpretação e sugestão sobre a cultura da apreciação, degustação e escolha das tantas uvas, como a MALBEC, ontem (domingo) reverenciada como nunca.

    Com seu Blog “Vinho, Prosa e Repente” a ser exposto a partir desta terça-feira, às 18 horas, em lançamento no terraço cultural do Grupo WSCOM, a sociedade como um todo passa a dispor de um espaço qualificado de informações especiais sobre Vinho e pode usufruir da leitura comungando com poesia, prosas e versos – valores também afeitos aos apreciadores da arte de viver.
    Se tudo isso fosse pouco, Afra Soares nos brinda com uma nova fase em sua vida da qual não admite sob hipótese nenhuma estar-se distante de sua alma gêmea abençoada por Deus de nome Tyrone Soares – espécie de Mago da arte de bem viver – para ela, familiares e amigos.

    Brindemos, portanto, posto que todos estão convidados a este ato de apreço e celebração da vida.
     



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  • postado em 14/04/2011

    Além dos profissionais da Política


    Desde ontem que, via e-mail, redes sociais e celular tenho trocado opiniões com colegas de Jornalismo, empresários, lideres de classe e muita gente da classe política sobre a conjuntura de Sousa, Cajazeiras – dessa banda forte do Sertão paraibano liderada por essas grandes cidades.

    A impressão que me mais motiva reflexão diz respeito à seguinte constatação: todos os personagens contatados e de alguma forma envolvidos com a política têm um tipo de reação e comentários bem diferente de quem não vive na dependência exclusiva da política.

    Ora, se isso é verdadeiro intensamente, há de se dizer que a realidade conceitual do exame sobre o Governo Ricardo se afere sobre dois prismas: de quem depende ou não dos atos de governo.

    Na prática, quem não vive da Política está mais interessado em demandas e/ou decisões de governo num patamar diferente porque não espera por gratificações nem cargos ali ou acolá, e sim a atuação de governo dentro de sua premissa constitucional, ou seja, promover políticas de incentivo à economia como um todo.

    Diferentemente deste posicionamento, percebi que até mesmo os descontentes em face da nova forma de conduzir do governador Ricardo Coutinho vive a expectativa de melhoria nessa forma de tratamento melhorando gratificações ou gerando cargos – algo que o governante se mostra meio indisposto a reproduzir situações passadas.

    Como somos 3 milhões e 450 mil paraibanos, vamos concluir que somente a classe política e seus “ jabutis” no funcionalismo andam apavorados com a máquina de gratificações atualmente emperrada, desaquecida, porque a grande massa quer mesmo é sobreviver noutra esfera – a vida privada - porque, apesar da grande força, o governo não pode tudo.

    O caso dos ´Jabutis´

    Antonio Mariz, eterno governador da Paraiba, costumava dizer aos amigos que, se um dia passassem por uma estrada e vissem um Jabuti em cima de uma estaca, não mexessem com ele porque Jabuti não sobe em estaca, logo tem dono - alguém que o colocou naquele lugar.

    A analogia de Mariz tinha a ver com a interpretação que dava ao fato dos aliados costumarem buscar gratificações ou cargos no Governo.

    ÚLTIMA

    "Há um lado carente dizendo que sim/

    e essa vida da gente dizendo que não..."



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  • postado em 13/04/2011

    Hora de Obras estruturantes

    Bastou a chuva interferir em avenidas e/ou áreas de escoamento do tráfego na cidade de João Pessoa, desde ontem, para mais uma vez a realidade advertir-nos de uma forma geral, especialmente as autoridades públicas, visando tratarmos com mais aplicação e resultados a questão do trânsito na Capital.

    Antes de mais nada, se faz necessário reconhecer a ação promovida pela Prefeitura, através do STTRANS, em diversas áreas da cidade, mesmo assim o fluxo e volume de veículos está cada vez mais crescente a exigir redefinição de propostas que resultem em obras com fins de solucionar parte de nosso problema.

    Quando nos referimos à parte, buscamos apenas observar que não se chegará a nenhuma solução definitiva a curto espaço de tempo, daí vamos promover o que for possível.

    O fato é que, tomando como base a realidade na direção da orla marítima, o prefeito Luciano Agra precisa dar celeridade à obra planejada por Cássio, reafirmada por Maranhão e que a agora precisa ser efetivada com Ricardo, às margens do Jaguaribe entre a Beira Rio e a Ruy Carneiro.

    A relevância da ação não pode se fixar na autoria desse ou daquele personagem político famoso, mas de efetividade e pressa porque o caos no trânsito é fácil de ser atestado – nem sempre precisando de chuvas como se deram desde ontem.

    Com a palavra, Sua Excelência o Sr prefeito.
     



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