Brasil

Em análise, Walter Santos aponta protagonismo da Juventude como fator expressivo nos protestos contra Bolsonaro

Em meio ao vírus da desinformação e de fakenews na Pandemia, a juventude retoma protagonismo de puxar “Fora Bolsonaro” além dos progressistas

Ainda ressoa nos quatro cantos do país o saldo das manifestações dentro e fora do Brasil onde, apesar de agressões absolutamente desnecessárias como aconteceu em Recife e DF, a Juventude serviu de lenha na mobilização progressista com tom claro pró “Fora Bolsonaro”.

 

Foi o primeiro ato público de reação à manifestação da semana anterior no Rio, onde o presidente mais uma vez aglomerou sem máscara e gerou problemão às Forças Armadas atraindo general Eduardo Pazuello ainda hoje deixando quartéis em chama.

 

Os dois cenários se conflitam, mas o ato do sábado passado se prenuncia como reinício da série de manifestações pró Impeachment ainda envolta com diversos graves problemas no paralelo, como CPI da Covid e a comprovação de erros do governo na Pandemia, denúncia do orçamento secreto, venda ilegal de madeira autorizada pelo ministro Ricardo Sales, etc.

 

Embora a Grande Mídia tenha demorado a noticiar as manifestações com tamanho expressivo, sobretudo na Avenida Paulista, o fato é que deu para anotar o comparecimento da Juventude sem a qual a força da resistência é menor intuindo a projeção de novos atos públicos em crescimento.

 

O presidente Bolsonaro de fato tem motivos para se preocupar, sobretudo porque nos bastidores ascende a figura de seu maior contraponto, o ex-presidente Lula.


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