Brasil

Filme “Bacurau” conquista seis troféus no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro

12/10/2020


Foto: Victor Jucá / Divulgação

Dirigido por Kléber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, o filme “Bacurau” saiu como principal vencedor do 19º Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, realizado de forma online neste domingo (11).

Segundo o Estadão, a obra conquistou seis Troféus Grande Otelo nas categorias “Melhor Longa-Metragem de Ficção”, “Melhor Direção”, “Melhor Efeito Visual”, “Melhor Roteiro Original”, “Melhor Montagem Ficção”, “Melhor Efeito Visual”, além de “Melhor Ator”, prêmio conquistado por Silvero Pereira e dividido com o ator baiano Fabrício Boliveira pela atuação em “Simonal”.

 

O Grande Prêmio do Cinema Brasileiro contou, ao todo, com 32 categorias. Trinta e cinco filmes nacionais e outros 10 internacionais concorreram aos troféus. Pelo papel protagonista em “Hebe”, Andréa Beltrão venceu na categoria “Melhor Atriz”. Fernanda Montenegro venceu na categoria “Melhor Atriz Coadjuvante” por “A Vida Invisível”. Já o prêmio de “Melhor Ator Coadjuvante ficou com Chico Diaz, pela atuação em “Cine Holliúdy”.

 

Dirigido Karim Aïnouz, “A Vida Invisível” ganhou ao todo cinco Troféus Grande Otelo. Além do prêmio conquistado por Montenegro, o filme conquistou as categorias “Melhor Direção de Arte”, “Melhor Direção de Fotografia”, “Melhor Figurino” e “Melhor Roteiro Adaptado”.

O 19º Grande Prêmio do Cinema Brasileiro teve apresentação de Marina Person e Adriana Couto. As atrações musicais ficaram por conta de Paulinho Moska e Gilberto Gil.

Confira a lista completa de premiados:

Melhor longa-metragem de ficção
Bacurau, de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles

Melhor longa-metragem documentário
Estou me Guardando para Quando o Carnaval Chegar, de Marcelo Gomes

Melhor longa-metragem infantil
Turma da Mônica Laços, de Daniel Rezende

Melhor longa-metragem comédia
Cine Holliúdy – A Chibata Sideral, de Halder Gomes

Melhor direção
Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, por Bacurau

Melhor atriz
Andréa Beltrão, como Hebe Camargo, por Hebe Camargo

Melhor ator
Fabrício Boliveira, como Simonal, por Simonal
Silvero Pereira, como Lunga, por Bacurau

Melhor atriz coadjuvante
Fernanda Montenegro, como Eurídice, por A Vida Invisível

Melhor ator coadjuvante
Chico Diaz, como Véi Gois, por Cine Holliúdy

Melhor direção de fotografia
Hélène Louvart, por A Vida Invisível

Melhor roteiro original
Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, por Bacurau

Melhor Roteiro Adaptado
Murilo Hauser, Karim Aïnouz e Inés Bortagaray, baseado no livro “A Vida Invisível de Eurídice Gusmão”, de Martha Batalha, por A Vida Invisível

Melhor direção de arte
Rodrigo Martirena, por A Vida Invisível

Melhor figurino
Marina Franco, por A Vida Invisível

Melhor maquiagem
Simone Batata, por Hebe – a Estrela do Brasil

Melhor efeito visual
Mikaël Tanguy e Thierry Delobel, por Bacurau

Melhor montagem ficção
Eduardo Serrano, por Bacurau

Melhor montagem documentário
Karen Harley, por Estou me Guardando para Quando o Carnaval Chegar

Melhor som
Marcel Costa, Alessandro Laroca, Eduardo Virmond, Armando Torres Jr., ABC e Renan Deodato, por Simonal

Melhor trilha sonora
Wilson Simoninha e Max de Castro, por Simonal

Melhor longa-metragem estrangeiro
Parasita | Parasite, de Bong-Joon-ho

Melhor longa-metragem ibero-americano
A Odisséia dos Tontos | La Odisea de los Giles, de Sebástian Borensztein

Melhor longa-metragem de animação
Tito e os Pássaros, de Gustavo Steinberg, Gabriel Bitar e André Catoto

Melhor curta-metragem animação
Ressurreição, de Otto Guerra

Melhor curta-metragem documentário
Viva Alfredinho!, de Roberto Berliner

Melhor curta-metragem ficção
Sem Asas, de Renata Martins

Melhor série de animação TV paga / OTT
Turma da Mônica Jovem, 1ª temporada, de Marcelo de Moura

Melhor série de documentário TV paga / OTT
Quebrando o Tabu, 2ª temporada, de Katia Lund e Guilherme Melles

Melhor série de ficção TV Paga / OTT
Sintonia, 1ª temporada, de Kondzilla e Johnny Araújo

Melhor série de ficção TV aberta
Cine Holliúdy, 1ª temporada, de Halder Gomes e Renata Porto D’ave

Melhor primeira direção de longa-metragem
Leonardo Domingues, por Simonal

Melhor filme voto popular
Eu Sou Mais Eu, de Pedro Amorim


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