Política

Fiocruz, Sírio Libanês e Albert Einstein devem criar protocolos para eleições, diz TSE

Segundo o presidente do tribunal, ministro Luís Roberto Barroso, não haverá custo aos cofres públicos pelo serviço, que será uma ajuda “patriótica”, prestada “graciosamente”

13/07/2020


Na imagem a Fundação Oswald Cruz (Fiocruz)

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) anunciou nesta segunda-feira (13) um acordo para que a Fundação Oswald Cruz (Fiocruz) e os hospitais Sírio Libanês e Albert Einstein participem na elaboração de um protocolo de segurança para a realização das eleições municipais de novembro, tendo em vista a pandemia do novo coronavírus (Covid-19).

Para isso, as instituições devem avaliar todos os riscos de contágio e à saúde pública durante a votação, e desenvolver em seguida os protocolos sanitários e ambientais para a realização da votação no cenário da pandemia.

Segundo o presidente do TSE, ministro Luís Roberto Barroso, não haverá custo aos cofres públicos pelo serviço, que será uma ajuda “patriótica”, prestada “graciosamente”, conforme escreveu ele em ofício dirigido às instituições.


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