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Geral

17/08/2016


Broche da faixa presidencial é encontrado após abertura de sindicância

Depois de instaurar uma comissão de sindicância interna para apurar o desaparecimento da faixa presidencial e, após encontrá-la incompleta, investigar o desaparecimento do broche de ouro 18 quilates com 21 brilhantes que a adornava, a Presidência da República divulgou hoje (17) uma nota informando ter encontrado o objeto “embaixo de um armário do Cerimonial”.

A faixa já havia sido encontrada após o anúncio de que sua localização não estava registrada no sistema. A princípio ela deveria estar em um cofre, mas acabou sendo encontrada no armário, mas sem o broche.

De acordo com o Planalto, a joia da faixa presidencial também foi encontrada na manhã desta quarta-feira por um funcionário da Casa. A procura pelos objetos teve início em julho, após levantamento de acervo feito pelo Tribunal de Contas da União.

“O objeto estava embaixo de um armário do Cerimonial. A Polícia Federal realiza perícia no local. A sindicância instaurada pela Secretaria de Controle Interno para apurar eventuais desaparecimentos de itens do patrimônio da Presidência da República segue em curso. O prazo para conclusão da sindicância é de 30 dias, prorrogáveis por mais 30”, informou a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República por meio de nota.

As interceptações da Polícia Federal foram autorizadas pelo juiz.

Em junho, o ministro Teori Zavascki remeteu ao juiz Sérgio Moro as investigações sobre o ex-presidente na Operação Lava Jato e anulou a gravação, feita durante a operação, de uma conversa telefônica entre Lula e a presidenta afastada Dilma Rousseff.

A defesa também discordou do parecer no qual o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, afirmou que não houve ilegalidades em outras gravações que fazem parte das investigações.

“Conclui-se, com o devido respeito, que o parecer ofertado pelo procurador-geral da República está lastreado em premissas equivocadas e não logrou afastar o óbvio cabimento e a clara procedência da presente reclamação”, acrescentou a defesa.

Agência Brasil

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