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Brasil

08/12/2013


Cartaxo destaca sucesso do Festival de Música Clássica de João Pessoa

RETOMADA

Os acordes finais do I Festival Internacional de Música Clássica de João Pessoa foram executados na noite deste sábado (7), na Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Arte. Eles, no entanto, arremataram o início de um evento que promete se tornar patrimônio da capital paraibana. Após assistir ao concerto final, o prefeito Luciano Cartaxo destacou o entusiasmo da população e garantiu que o Festival veio para ficar.

“Este é um evento que é a cara da nossa cidade e que, com certeza vai se perpetuar”, declarou Luciano Cartaxo. “A receptividade e a presença do público em cada concerto foram marcantes. Vimos o entusiasmo do público em poder ter acesso a um Festival como este e isso nos deixa muito felizes e estimulados a dar continuidade a este projeto nos próximos anos”, complementou o prefeito.

Para Luciano, o Festival Internacional desmistificou a ideia de que a música erudita é feita apenas para o gosto da elite. “Em todos os eventos encontramos um público eclético, tanto em questão social quanto de idade. Percebemos que o que falta para as pessoas é ter a oportunidade de acesso a este tipo de cultura. Com certeza o Festival despertou o interesse de muita gente que não conhecia a música clássica de perto”, apostou.07-12-13-Encerramento do Festival Internacional de

A empolgação do público foi sentida pelos artistas, como garantiu o prefeito. “Conversei pessoalmente com os artistas convidados e eles se mostraram encantados com a cidade e com o acolhimento do povo. Conseguimos fazer com que João Pessoa dialogue com o mundo por meio da música”, avaliou.

O I Festival Internacional de Música Clássica de João Pessoa durou sete dias, levando milhares de pessoas a concertos com músicos de 12 países em igrejas antigas que fazem parte do patrimônio histórico da Capital e outros pontos turísticos. O encerramento ficou a cargo da Orquestra Sinfônica de João Pessoa, regida por Laércio Diniz e Carlos Anísio, do solista Fábio Zanon, no violão, e da paraibana Lucy Alves, na sanfona, bandolim e canto.

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