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Brasil

11/11/2014


Encontro nacional sobre violência contra mulher acontece neste mês em JP

Paraíba

A Comissão Permanente de Combate à Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher(Copevid), que integra o Grupo Nacional de Direitos Humanos (GNDH) promove, nos dias 26, 27 e 28 de novembro o V Encontro Nacional com o tema “Violência contra Mulher – Novas Perspectivas”. O evento ocorrerá no auditório do Unipê, em João Pessoa. As inscrições são gratuitas e realizadas por meio do preenchimento de formulário disponível no site do Ministério Público da Paraíba (www.mppb.mp.br).
A abertura será realizada no dia 28, às 19h, pelo procurador-geral de Justiça, Bertrand de
Araújo Asfora. Logo após, haverá a palestra de com a juíza de Direito de Mato Grosso, Amini Haddad Campos, sobre “Vulnerabilidades, Direito e Gênero”.No dia 27, pela manhã, serão promovidas as palestras “Gênero e Masculinidades”, com o professor da Universidade Federal de Minas Gerais, Marco Aurélio Prado, e “Mídia e violência simbólica contra a mulher” com a professora Maria Rachel Moreno.
À tarde, a professora Luana Tomaz falará sobre “Stalking”. Logo após, a secretária nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres, Aparecida Gonçalves, falará sobre “Feminicídio”, tendo como mediadoras a pesquisadora colaboradora do Núcleo de Estudos de Gênero da Unicamp, Wânia Pasinato, e a representante do Escritório da ONU Mulheres no Brasil, Nadine Gasman.
No dia 28, no turno na manhã, serão realizadas as oficinas “Gênero e Masculinidades”, com Érica Canuto (UFRN) e Rúbian Corrêa Coutinho (MPGO); “Mídia e Violência Simbólica contra a Mulher”, com Ivana Battaglin (MPRS), Catarina Cecin Gazele (MPES) e Valéria Scarance (MPSP); “Relações Afetivas Contemporâneas”, com Lindinalva Rodrigues (MPMT) e Davi Câmara (MPAM); “Stalking”, com Thiago André Pierobom de Ávila (MPDFT) e Lúcia Iloizio (MPRJ); “Feminicídio”, com Anailton Diniz (MPCE), Nathalie Kiste Malveiro (MPSP) e Sílvia Chakian de Toledo Santos (MPSP).
Comissão
O trabalho da Copevid busca análise, discussão e padronização de entendimentos, visando o operador jurídico que milita na área. Ações de prevenção a violência doméstica, que estimulem as denúncias e deem visibilidade a um assunto até pouco tempo considerado de interesse privado e exclusivo da família, devem ser estimuladas.
A comissão integra o Grupo Nacional de Direitos Humanos (GNDH), que é um órgão do
Conselho Nacional de Procuradores-Gerais dos Ministérios Públicos dos Estados e da União
(CNPG) que tem por finalidade promover, proteger e defender os direitos fundamentais dos
cidadãos.


(Da Redação do WSCOM)

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