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Brasil

13/06/2014


Estreia tem vacilo de laterais, Neymar protagonista e redenção de Oscar

Copa do Mundo

Apesar dos amistosos que antecederam a estreia da seleção brasileira na Copa do Mundo, a principal referência que se tinha sobre o desempenho do elenco treinado por Luiz Felipe Scolari até então era a campanha vitoriosa na Copa das Confederações de 2013. Praticamente um ano depois, a vitória por 3 a 1 sobre a Croácia, quinta-feira, em São Paulo, reforçou alguns pontos fortes do Brasil, mas deixou em alerta outros pontos da equipe que até então não eram contestados.

O 10 resolve

Mais jovem camisa 10 do Brasil em Copas desde Pelé, Neymar, de 22 anos, tirou de letra a pressão de ser a principal referência da seleção cinco vezes campeã mundial e anfitriã do torneio. Mesmo bem marcado pelos croatas, o atacante do Barcelona buscou espaços e com muito talento marcou duas vezes na vitória por 3 a 1.

Um ano após ser eleito o melhor jogador da Copa das Confederações, Neymar teve o protagonismo reconhecido pelos torcedores ao ser ovacionado quando foi substituído por Ramires, aos 42 minutos do segundo tempo.

“Nossa equipe está de parabéns por ter mantido a calma e ter poder de reação. E eu estou muito feliz por ter ajudado”, falou Neymar.

A redenção

Irregular na Copa das Confederações e atuando pelo Chelsea, Oscar chegou contestado ao Mundial. Apagado nos amistosos contra Panamá e Sérvia, o meia viu a sombra de Willian crescer em sua vaga como titular – Felipão se irritou ao ser questionado se o jogador seria sacado do time para a Copa após o duelo com os sérvios, no Morumbi.

O primeiro toque na bola contra a Croácia não inspirou otimismo, mas Oscar reagiu. Com raça, tomou a bola que gerou o primeiro gol de Neymar e, se movimentando bastante, passou a articular as jogadas mais perigosas do Brasil diante dos europeus. Foi dele também o cruzamento rasteiro que culminou em pênalti marcado sobre Fred.

"Não tenho que provar nada para ninguém. Tenho de provar ao Felipão que dá toda confiança pra mim", disparou Oscar após a vitória sobre os croatas.

(do iG)

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