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Brasil

17/06/2015


Jaques Wagner garante que Brasil está preparado para defender fronteiras

O ministro da Defesa do Brasil, Jaques Wagner, ressaltou em entrevista exclusiva à Revista NORDESTE, que os investimentos do governo federal nos caça Gripen NG e na construção de um submarino nuclear, ajudarão ao país a defender suas fronteiras.
“Todo o programa de modernização dos equipamentos das Forças Armadas objetiva, em grande medida, a proteção da nossa soberania territorial. O Programa de Desenvolvimento de Submarinos (Prosub), que prevê a construção de um submarino de propulsão nuclear – equipamento que apenas cinco países detêm – visa à proteção dos recursos de mais de 3,5 milhões de KM² do nosso litoral, inclusive o petróleo da Camada Pré-Sal. Outros projetos, como a compra dos caças Gripen NG, que serão desenvolvidos em parceria com a empresa sueca Saab, a colocação em órbita do Satélite Geoestacionário Brasileiro, a implantação do Sistema de Monitoramento Integrado das Fronteiras (Sisfron), entre várias outras iniciativas, vão, certamente, fazer com que a cobiça contra o território nacional seja contida. Estar permanentemente preparados para dissuadir as ameaças contra o Brasil vai garantir nossa soberania”, explica o ministro na entrevista.

Para isso os investimentos têm sido pesados. O ministro revelou que o governo do PT, desde o presidente Lula, tem recuperado a capacidade operacional, os efetivos e os equipamentos das Forças Armadas, “severamente degradados nos governos anteriores. A prova disso é que, entre 2003 e 2014, os recursos empregados pelo Ministério da Defesa em custeio e investimento aumentaram quase seis vezes – saltando de R$ 3,7 bilhões para R$ 19,6 bilhões em 2014”.

Apesar de se mostrar pronto para a defesa do território, o ministro garante que o país não está em ofensiva beligerante e aposta na paz, como atitude tradicional.

“Nosso princípio é da paz entre as nações e da não intervenção nos assuntos dos outros países. Somos reconhecidos internacionalmente como promotores e indutores das relações pacíficas. O que não significa que possamos estar alheios à possibilidade de termos nossa soberania e nossos interesses confrontados. Para isso, temos de ter uma Defesa robusta, com militares bem preparados e equipados. Isso é fundamental para assegurar esse bem tão precioso para nossa população que é a paz”.

Confira entrevista na íntegra na Revista Nordeste de junho.
 

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