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Brasil

08/01/2014


O que as cidades inteligentes ganham ao investir em tecnologia

NESTA EDIÇÃO

O que uma cidade precisa para ser considerada ‘inteligente’? A primeira resposta comum para esta pergunta normalmente envolve tecnologia e altos investimentos financeiros. Contrariando a expectativa, experiências ao redor do planeta provam que tornar uma cidade inteligente tem mais a ver com racionalizar a gestão pública, promovendo uma mudança de transparência do que com recursos.

Para o vice-presidente mundial da SAP, Sean Patrick O’Brien, o rótulo ‘inteligente’ não serve para explicar toda a amplitude das necessidades reais das cidades contemporâneas. “Este rótulo tende ser associado com tecnologia, e esse não pode ser o foco, então costumamos dizer que as cidades têm de ser globalmente competitivas”, explica. A SAP é uma empresa de origem alemã, com forte presença no Brasil, criadora de Software de Gestão de Empresas, líder global de mercado em soluções de negócios colaborativas e multiempresas.

Os especialistas costumam destacar três características que geram cidades competitivas em nível global: como melhorar a vida na cidade, como fortalecer a economia local e como transformar o governo eficiente. “Colocamos o cidadão no centro do debate e triangulamos estes três pontos ao redor dele, gerando uma série de possíveis ações para aperfeiçoar os serviços e a cidade”, conta O’Brien.

O vice-presidente sênior de pesquisa do Centro de Desenvolvimento de parcerias Globais do Instituto Sul Coreano de Pesquisas para Assentamentos Humanos, Lee Sangkeon, explica que o conceito de cidade inteligente coreana começou com a implantação de sistemas computadorizados de monitoramento de trânsito, na metade dos anos 90. “Iniciamos monitorando o tráfego e dele conseguimos avançar para sistemas de prevenção de criminalidade e de desastres, utilizando tecnologia da informação (TI) de ponta”, explica.
 

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