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Brasil

06/10/2016


Para barrar Aécio, Alckmin que emplacar aliado na presidência do PSDB

Em uma estratégia sob medida para rivalizar com o senador Aécio Neves (PSDB-MG) e garantir a indicação tucana para a corrida à Presidência da República em 2018, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, quer emplacar um aliado como próximo presidente do PSDB.

O comando do partido é encarado como fator imprescindível para que Alckmin tenha uma candidatura competitiva, caso haja prévias para definir o nome tucano para 2018. Aécio, que atualmente preside a sigla, não pode mais se reeleger no cargo, o que abre espaço para a manobra de Alckmin, conforme reportagem da Folha de S.Paulo.

"O argumento dos alckmistas é o de que o senador mineiro "deve" a ele um gesto, já que o governador apoiou a recondução de Aécio para o comando do PSDB após ele perder as eleições presidenciais de 2014 para a ex-presidente Dilma Rousseff.

Nesse cenário, argumentam deputados e aliados de Alckmin em São Paulo, seria natural que Aécio, agora, apoiasse um nome indicado pelo paulista para sucedê-lo na chefia da sigla.

O problema é que Aécio não tem demonstrado disposição em seguir esse plano. Nos bastidores, o senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), hoje líder dos tucanos no Senado, desponta como o nome do colega mineiro para a presidência do PSDB." 

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