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Maranhão

03/10/2017


PIB deve ter alta acima da média nacional

O Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos (Imesc) informou que a alta do Produto Interno Bruto (PIB) estadual, projetada inicialmente em 2,2%, deve atingir 2,7%. O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia. Dados do Fundo Monetário Internacional mostram que o Brasil deve crescer apenas 0,3% este ano. Há cerca de três semanas, foi divulgado um levantamento do Santander prevendo expansão do PIB maranhense de 3,1%, bem acima da projeção de 0,5% da média nacional.

De acordo com a síntese de conjuntura do Imesc, a supersafra agrícola vai contribuir para o aumento, além da retomada da indústria, serviços e investimentos que estão sendo realizados no estado. O presidente da instituição, Felipe de Holanda, “o principal setor responsável por esse crescimento acima da média nacional é a Agropecuária, que deve registrar neste ano um crescimento de 25%, devido às condições privilegiadas do clima e à expansão do plantio, que garantiram uma supersafra de 4,6 milhões de toneladas”, diz.

Além do setor agrícola, o Maranhão apresenta estimativa de crescimento em setores que estavam estagnados por conta da crise nacional, a exemplo do Serviços, com alta prevista de 0,6%.

Investimentos públicos fazem a diferença 
O Maranhão se destaca nacionalmente graças ao volume de investimentos feitos num momento em que estados e municípios cortam receitas para setores prioritários.

Em 2017 houve expansão real de R$ 218,3 milhões em investimentos. Ao mesmo tempo, o Estado reduziu pagamentos com juros, podendo investir, em obras e serviços, valores que iriam para pagamento da dívida.

A gestão fiscal saudável garantiu ao Maranhão a autorização para fazer novos investimentos, além de garantias do Fundo Soberano Nacional para parcerias com instituições internacionais de fomento.

As obras de infraestrutura, construção de hospital e reformas de escolas elevaram o estado à condição de um dos maiores geradores de empregos. Somente em agosto de 2017, o estado obteve o quarto melhor saldo de empregos formais da Região Nordeste e o décimo do País.

Brasil 247

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