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Ceará

08/03/2016


Prefeitura quer substituir feira por corredor turístico e cultural

Em uma das ações do Projeto Fortaleza 2040, a Prefeitura pretende criar um grande corredor cultural e turístico, partindo da Praia de Iracema até a avenida Duque de Caxias, na sede do Departamento Nacional de Obras contra a Seca (Dnocs). Com isso, vai extinguir o comércio informal da Feira da José Avelino.

O caminho cultural e turístico passaria pelo Acquario Ceará. O Dragão do Mar e a Caixa Cultural também fazem parte do projeto. Na sequência, serão incluídos equipamento públicos e privados, passando pela Fortaleza de Nossa Senhora da Assunção e pela rua José Avelino.

Conforme o coordenador Geral do Fortaleza 2040 e superintendente do Instituto de Planejamento de Fortaleza (Iplanfor), Eudoro Santana, na José Avelino, a proposição é construir uma área hoteleira.

“Aquilo é um grande risco. É algo dramático. Está sendo feito um trabalho para conquistar a confiança daquelas pessoas, de deslocá-los em para um empreendimento. Eles vão ter que sair, porque o projeto do corredor cultural vai ocupar aquilo ali”, revela Eudoro.

“Aquilo é um grande risco. É algo dramático. Está sendo feito um trabalho para conquistar a confiança daquelas pessoas, de deslocá-los em para um empreendimento. Eles vão ter que sair, porque o projeto do corredor cultural vai ocupar aquilo ali”, revela Eudoro.

O coordenador demonstra preocupação com a feira atual, que não oferece segurança, representando risco de incêndio e outros acidentes. Conforme já revelado pelo O POVO, funcionam lá cinco galpões sem alvarás definitivos.

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Buscar JOSÉ AVELINO 08/03/2016 Prefeitura quer substituir feira por corredor turístico e culturalA revitalização do Centro de Fortaleza integra o projeto Fortaleza 2040. Para a área, está prevista a criação de um corredor turístico cultural, com a remoção da feira da José Avelino
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NOTÍCIA3 COMENTÁRIOS Andreh Jonathasandreh@opovo.com.br
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Em uma das ações do Projeto Fortaleza 2040, a Prefeitura pretende criar um grande corredor cultural e turístico, partindo da Praia de Iracema até a avenida Duque de Caxias, na sede do Departamento Nacional de Obras contra a Seca (Dnocs). Com isso, vai extinguir o comércio informal da Feira da José Avelino.

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O caminho cultural e turístico passaria pelo Acquario Ceará. O Dragão do Mar e a Caixa Cultural também fazem parte do projeto. Na sequência, serão incluídos equipamento públicos e privados, passando pela Fortaleza de Nossa Senhora da Assunção e pela rua José Avelino.

Conforme o coordenador Geral do Fortaleza 2040 e superintendente do Instituto de Planejamento de Fortaleza (Iplanfor), Eudoro Santana, na José Avelino, a proposição é construir uma área hoteleira.

“Aquilo é um grande risco. É algo dramático. Está sendo feito um trabalho para conquistar a confiança daquelas pessoas, de deslocá-los em para um empreendimento. Eles vão ter que sair, porque o projeto do corredor cultural vai ocupar aquilo ali”, revela Eudoro.

O coordenador demonstra preocupação com a feira atual, que não oferece segurança, representando risco de incêndio e outros acidentes. Conforme já revelado pelo O POVO, funcionam lá cinco galpões sem alvarás definitivos.


O empreendimento que vai abrigar os ambulantes de que Eudoro fala é o Centro Fashion, que está sendo construído nas proximidades da Catedral Metropolitana de Fortaleza, conforme também já publicado pelo O POVO. O investimento é privado, de R$ 100 milhões, com estimativa para operar no segundo semestre de 2016.

O prédio em que hoje funciona a Secretaria da Fazenda do Estado (Sefaz) também deve ser transformado em um equipamento cultural. Entram no projeto, ainda, o prédio histórico que abriga a sede da Santa Casa de Misericórdia de Fortaleza. O caminho segue aos jardins do Theatro José de Alencar e chega ao Dnocs.

“Com o metrô saindo da Praça José de Alencar, haverá grande possibilidade de movimento útil e seguro neste corredor. O Centro precisa ser habitado e ter vida à noite”, destaca Eudoro e afirma: “é o que vamos perseguir.”

Conforme o superintendente, há cerca de 100 mil pessoas trabalhando no Centro. A maior parte é de pessoas que moram longe, porque não há condições de habitar o Centro atualmente. Para ele, mudar esta realidade requer transporte público integrado, o que também vai contribuir com a transformação da região. 

Andreh Jonathas
O Povo

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