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Paraíba

22/04/2015


RC chama Cássio de ‘perverso’ e alfineta: “vai perder de novo”

O governador Ricardo Coutinho (PSB) não poupou criticas ao senador paraibano Cássio Cunha Lima (PSDB), principal adversário político nas eleições de 2014, durante entrevista recente concedida no Sertão do Estado. Na oportunidade, o chefe do Executivo Estadual respondeu aos questionamentos da imprensa local sobre as Ações de Investigação Judicial Eleitoral (Aije) movidas pelo Ministério Público Eleitoral, com base em denúncias formuladas pela coligação “A Vontade do Povo”, encabeçada pelo PSDB, na Paraíba.

“É desespero. A Paraíba sabe quem comprou voto. A Paraíba sabe quem comprou prefeito, que comprou vereadores. Isso foi gravado. A Paraíba sabe quem tem essa prática, que não sou eu”, disse Ricardo Coutinho.

O socialista ainda lembrou que Cássio Cunha Lima perdeu as eleições por de 100 mil votos de diferença. “Eu só lamento que essa lógica de democracia não esteja presente em algumas personalidades. O senador perdeu a eleição por mais de 111 mil votos de diferença, uma diferença enorme, quando ele disse que ganharia sem disputa, e eu permaneci da minha forma humilde, caladinho, trabalhando e a população escolheu o trabalho”, afirmou.

Ricardo Coutinho ainda recomendou a Cássio esperar mais quatro anos para disputar novamente as eleições estaduais. “Eu acho que quem perdeu a eleição deve esperar quatro anos para disputar novamente e arranjar um novo discurso, porque com esse discurso vai perder de novo, porque isso já não consegue mais enganar o povo”, disse.

Afiado nas críticas, o governador ainda desafiou o adversário tucano a apresentar um projeto seu no Senado Federal com o intuito de beneficiar a população paraibana. “Mostre qual foi o projeto apresentado pelo senador Cássio para a Paraíba? Ao contrário, ele quer destruir o programa ‘Mais Médicos’. Ele quer tirar da Paraíba 150 médicos e do Brasil 11 mil médicos. Só uma insanidade elevada ao extremo faria com que alguém tivesse uma ideia tão perversa como essa. É a política do ódio”, frisou.

WSCOM 

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