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Brasil

01/12/2014


Sistema de telefonia celular é pioneiro em reclamações no Procon do Piauí

Até o mês de novembro de 2014, o Serviço de Proteção ao Consumidor (PROCON) do Piauí registrou quase 8 mil reclamações relacionadas ao serviço de telefonia celular, foram cerca de 7.900 reclamações.

Segundo Campelo Junior, conciliador do Procon, ao ser confirmada a queixa, a empresa prestadora do serviço pode sofrer processo administrativo e pagar multa, no entanto, mesmo com essas punições, as reclamações quase não diminuem.

De acordo com o PROCON, as operadoras de telefone fixo e celular, junto com as distribuidoras de água e energia, lojas de departamentos e administradora de cartão de crédito são os ramos mais citadas por consumidores em reclamação. No caso da telefonia fixa, os problemas mais identificados são falta de sinal e cobranças indevidas.

Na abertura de reclamação, o consumidor é informado dos prazos para que a empresa denunciada seja notificada, bem como do recebimento da Carta de Informações Preliminares (CIP), com os questionamentos apontados pelo reclamante. Esse procedimento, muitas vezes, evita a abertura de processo administrativo, tendo em vista que algumas empresas já atendem à reivindicação dos consumidores.

Com relação a quantidade de reclamações recebidas pelo Procon e qualidade do serviço oferecido, as principais operadoras que atuam em Teresina, como TIM, OI e CLARO, informaram que estarão operando normalmente.

Para o estudante de enfermagem Leonam Mendes, o problema acontece, porque as empresas, visando um lucro maior, prometem cobertura em áreas muito distantes, sem estrutura para atender a população. "Com isso, muita gente compra aparelhos de telefone, recarregam o celular com crédito, mas não conseguem fazer nenhuma ligação, pois a cobertura é ruim. E ao que parece, o problema acontece no Piauí todo, em Piripiri por exemplo, onde tenho amigos, a TIM só funciona em algumas áreas da cidade e de modo precário", contou.

 

(Do 180 graus)

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