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Brasil

13/12/2015


Walter Santos diz que Kassab precisa assumir posição sobre Impeachment

CONJUNTURA

Nos últimos tempos, tem chamado a atenção dos analistas politicos o silêncio sepulcral do Ministro das Cidades, Gilberto Kassab, diante do debate e processo sobre o Impeachment da Presidenta Dilma Rousseff.

 

Acostumado a articulações relevantes a partir de Sâo Paulo, onde se instalou o QG das estratégias do Impeachment, a postura do Ministro da forma posta é comprometedora porque, no.minimo, significa dubiedade politica como a estar em entendimentos com a Oposição ao Governo.

 

Na prática, enquanto ele se mantém assim permite que diversos deputados federais importantes convivam em conversações com a Oposição enfraquecendo o apoio de que a presidenta precisa para afastar o fantasma do Impeachment.

 

Um caso tipico deste jogo dúbio pode-se atestar, por exemplo, o deputado federal Rômulo Gouveia – aliado de primeira hora de Kassab, que embora não seja radical defende as investigações.

 

Ressalte-se que Rômulo Gouveia é aliado do senador Cássio Cunha Lima, Lider do PSDB no Senado, a partir da terra natal dos dois, Campina Grande, o que facilita as tratativas a prejudicar o Governo, sobretudo porque Kassab permite.

 

Trocando em miúdos, o PSDS e Kassab jogam contra o Governo ao não sairem em defesa do Governo Dilma, onde têm espaços privilegiados – o que indica a expectativa de uma outra postura longe da traição, até porque quem está mais ameaçada é a Democracia.

 

A não ser que, invocando o passado partidário paulistano, esteja sendo restaurado a postura Golpista de efeitos inimagináveis na direção do retrocesso.

 

Kassab precisa se expor mais claramente.

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