Brasil

Papa Francisco nomeia Dom Giambattista como novo núncio apostólico para o Brasil

O novo núncio, arcebispo Dom Giambattista Diquattro, era, até agora, núncio da Índia e do Nepal. Ele substitui no cargo o arcebispo Dom Giovanni D’Aniello, que deixou o Brasil depois de oito anos.

29/08/2020


Papa Francisco cumprimenta o novo núncio apostólico para o Brasil, o arcebispo Dom Giambattista Diquattro, em foto divulgada neste sábado (29) pelo site 'Vatican News'

O Papa Francisco nomeou o novo núncio apostólico para o Brasil, anunciou neste sábado (29) o site “Vatican News”, canal de comunicação da Santa Sé. O arcebispo Dom Giambattista Diquattro passa a ser a maior autoridade católica no país, substituindo no cargo o arcebispo Dom Giovanni D’Aniello, que se despede do Brasil depois de oito anos.

O “Vatican News” não informou a data de chegada do novo núncio ao Brasil. Até agora, Giambattista era o representante máximo da Igreja Católica na Índia e no Nepal, onde estava desde 2017. D’Aniello, por sua vez, seguirá para a Rússia.

Giambattista Diquattro nasceu em Bolonha, na Emília-Romanha, na Itália, em 18 de março de 1954. Além de arcebispo, é diplomata, teólogo e canonista, segundo o “Vatican News”. Tem mestrado em Direito Civil pela Universidade de Catânia, e doutorado em Direito Canônico na Pontifícia Universidade Lateranense em Roma, além de mestrado em Teologia Dogmática na Pontifícia Universidade Gregoriana em Roma.

Foi ordenado sacerdote em 1981, e entrou para o Serviço Diplomático da Santa Sé em 1º de maio de 1985.

O novo núncio serviu em missões diplomáticas nas representações pontifícias na República Centro-Africana, na República Democrática do Congo, no Chade, nas Nações Unidas, em Nova York, e, mais tarde, na Secretaria de Estado do Vaticano e na Nunciatura Apostólica na Itália.

Antes da Índia e Nepal, Giambattista Diquattro era o núncio apostólico da Bolívia, onde ficou de 2008 a 2017, nomeado pelo Papa Emérito Bento XVI. De 2005 a 2008, exerceu a função máxima da Igreja no Panamá, nomeado pelo então Papa, João Paulo II.


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