Maranhão

Queimadas na Amazônia maranhense cresceram 175% durante a pandemia, aponta Inpe

Os dados são do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe)

02/07/2020


Fogo avança pela Floresta Amazônica no Maranhão — Foto: Marizilda Cruppe / Greenpeace

As queimadas na região da floresta amazônica no Maranhão cresceram 175% desde o dia 20 de março, quando o primeiro caso do novo coronavírus foi registrado no estado.

Os dados são do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Entre 20 de março e 1º de julho, a Amazônia maranhense teve 40 focos de queimadas registrados em 2019, enquanto em 2020 foram 110 focos no mesmo período.

No bioma cerrado e na caatinga, também houve aumento no registro de focos durante a pandemia. Ao todo, o crescimento nas queimadas foi de 16,7% somando todos os biomas. Veja abaixo o mapa da divisão dos biomas no estado e o números de focos por região.

Mapa dos biomas no Maranhão. Destaque para a região de cerrado, que abrange a maior área — Foto: Embrapa (2013)

A maioria dos focos de incêndio em 2020 está na região sul do estado, onde a predomina o setor agropecuário.


Os comentários a seguir são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site.