Alagoas

Renan Filho assina decreto que estabelece a Política de Atenção Integral à Saúde da Mulher em Alagoas

23/10/2020


Renan Filho durante a assinatura do decreto

Renan Filho

O governador de Alagoas Renan Filho assinou, nesta sexta-feira (23), o decreto que dispõe sobre a Política Estadual de Atenção Integral à Saúde da Mulher. A assinatura ocorreu durante o lançamento do Ame-se, Programa Estadual de Reconstrução Mamária. A solenidade foi realizada no Centro Cultural e de Exposições Ruth Cardoso, em Maceió.

O decreto estabelece as diretrizes básicas para a atenção integral à saúde da mulher, os objetivos gerais e específicos; além das estratégias necessárias para a concretização desta política.  Assim, a rede pública do Estado de Alagoas deve estar orientada e capacitada para promover a saúde da população feminina, o controle de patologias mais prevalentes e a garantia do direito à saúde.

Renan Filho afirmou que para garantir o direito à saúde é preciso ter uma rede pública hospitalar adequada, condição esta que o Governo de Alagoas vem alcançando com a construção de um novo parque hospitalar, por meio de unidades instaladas tanto na capital como no interior do estado.

“Não adianta fazer uma lei na Assembleia Legislativa se o Estado não tiver hospital. Nós tivemos de fazer o Hospital da Mulher, o Hospital Metropolitano, viabilizar os recursos na saúde e esse tem sido o grande avanço de Alagoas. Hoje a gente tem condições de resolver problemas históricos”, disse.

“A reconstrução mamária será um, mas aqui nós faremos transplantes de rim, de fígado e de coração na rede pública, coisas que eram inimagináveis num passado recente, mas que agora são possíveis justamente pelo novo parque hospitalar construído”, concluiu o governador.

Segundo Renan Filho, a meta do Programa Ame-se é zerar, até outubro do próximo ano, a fila de mulheres mastectomizadas por causa do câncer em Alagoas e que precisam realizar a reconstrução mamária.

“Alagoas tinha uma baixa capacidade de fazer a reconstrução mamária. Apenas o Hospital Universitário fazia entre quatro a cinco reconstruções por ano. Nós temos uma fila de duzentas mulheres e nós vamos zerar essa fila até outubro do ano que vem”, assegurou.


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