Brasil

Segunda onda da Covid-19 exige ampliação da emergência em 2021, decisão real sobre vacinas e mais responsabilidade em políticas

Segunda onda da Covid-19 exige ampliação da emergência em 2021, decisão real sobre vacinas e mais responsabilidade em políticas


Independe de fatores e análises partidárias e/ou influências ideológicas, a realidade brasileira está a exigir do Governo Bolsonaro medidas concretas para ampliar o Plano Emergencial em 2021, como fez recentemente os EUA ao aprovar U$ 900 Milhões ( R$ 4,5 bilhões), bem como medidas urgentes para atender a vacinação dos brasileiros de todos os estados com mais clareza.

Esta é a síntese de um contexto transformado em crise e novela política diante de um Governo imobilizado e sem iniciativas capazes de enfrentar a nova fase do que se convencionou como Segunda Onda com perspectiva de maior gravidade, além das mais de 200 mil mortes registradas.

Na prática, está ficando fácil de entender que o negacionismo do Governo Bolsonaro lhe faz despreparado para conduzir com eficiência tanto na questão sanitária da COVID-19 quanto nas politicas econômicas e fiscais para enfrentar a nova onda.

QUANTA DIFERENÇA

Enquanto o Brasil patina e passa a ser referência negativa no trato do Coronavírus no mundo, como de outros graves problemas, nos Estados Unidos Governo e Congresso ampliaram o reforço emergencial no início de ano na ordem de U$ 2 Trilhões ( R$ 10,5 Trilhões) com mais U$ 900 milhões ( R$ 4,5 bilhões) para atenuar a grave crise na qual há americanos passando fome, o que também acontece no Brasil.

No caso brasileiro, a crise de relacionamento entre o Governo Bolsonaro e o Congresso Nacional atrapalha mais ainda o processo de solução porque o presidente não tem pontes visando construir saída para o problema junto aos parlamentares.

Em síntese, tudo converge para perspectiva de muita gravidade com efeitos sociais terríveis sem a ampliação do apoio Emergencial no País.

Parece decisão pensada de enfrentar o caos como calamidade pública deliberada.


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