Maranhão

Vale investirá R$ 2,8 bilhões no Maranhão nos próximos cinco anos, diz Flávio Dino

O Maranhão concentra a maior parte do plano de investimentos da mineradora na Estrada de Ferro Carajás

09/07/2020


Porto do Itaqui receberá parte dos investimentos de incremento ao corredor logístico norte (Foto: Divulgação)

Revista Nordeste

A Vale – mineradora multinacional brasileira – anunciou novo investimento na capacitação do corredor logístico norte, que deverá passar de 215 milhões de toneladas por ano, para 240 milhões de toneladas por ano de minério de ferro. O Maranhão concentra a maior parte do plano de investimentos da Estrada de Ferro Carajás, algo em torno de R$ 19 bilhões, sendo R$ 2,8 bilhões para os próximos cinco anos.

“Esses investimentos possibilitam significativa movimentação da economia tanto no estado, como nos municípios. Diversos setores da indústria, comércio e serviços serão mobilizados com a compra de materiais, contratação de serviços, geração de empregos e renda”, disse o governador Flávio Dino.

A partir de 2024, estão em curso, investimentos para a capacitação do corredor logístico, que no Maranhão, totalizam aproximadamente US$ 590 milhões, entre adequações na ferrovia e no porto. Na ferrovia, são previstos investimentos de US$ 132 milhões em adequações de oficinas de vagões e locomotivas, além da aquisição de material rodante. No porto, são previstos investimentos de US$ 454 milhões destinados à expansão dos pátios de estocagem e aquisição de silo de embarque e recuperadora adicional.

Outro investimento da Vale será concretizado a partir da renovação antecipada da concessão da Estrada de Ferro Carajás, com plano de investimentos voltado ao desempenho operacional da ferrovia, como locomotivas, vagões, trilhos, dormentes e ainda para sua transposição segura, como viadutos e passarelas que visam melhorar os níveis de segurança de cerca de 230 comunidades e 2,4 milhões de habitantes.

“Externamos a nossa determinação em garantir tanto a segurança dos empregados, suas famílias e comunidades, quanto a segurança das barragens e a continuidade operacional da companhia”, assegurou Luiz Osório, diretor-executivo da Vale.


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