Brasil

Aos 132 anos de existência, a República no Brasil exige respeito às regras democráticas se protegendo de Golpes

Mais do que Feriado nesta segunda-feira, o 15 de Novembro de 2021 assinala nos 132 anos da República Federativa do Brasil a data nacional como a instigar reflexões sobre o futuro deste regime de governo porque precisamos consolidar de vez as normas democráticas longe do arbítrio e da farsa, volta e meia produzida no País.

Com ou sem leitura ideológica, o fato é que o Brasil convive desde 2014 diante da reeleição da então presidente Dilma Rousseff com conspirações permanentes reunindo representantes do Legislativo, partidos, mercado financeiro local e internacional, do Judiciário, MPF, etc, sob a chancela da Mídia a intervir no processo democrático.

 

Passados já alguns anos, inexistem dúvidas sobre o que se denominou Golpe em 2016 com o Impeachment de Dilma Rousseff seguido da armação construída pela Lava Jato em nome do combate à corrupção, mesmo assim conduzida corruptamente pelo ex-juiz Sérgio Moro, Dallagnol e cia para implodir a soberania nacional.

 

A prisão politica do ex-presidente por mais de 1 ano impedindo-o da disputa presidencial, da mesma forma os abusos cometidos pela Lava Jato sob orquestração da Grande Mídia gerando até uma armação de Atentado ao candidato Bolsonaro, além da interferência de Fake News bancada pelo atual stableshement, se constituíram em realidade que o País não pode mais tolerar.

 

Felizmente, o Judiciário brasileiro tem se redimido dos graves problemas que causou ao processo democrático e, nos últimos tempos, apesar de graves ameaças sofridas, tem sido o bastião da Democracia tomando decisões corajosas ao respeitar a Constituição.

 

Em síntese, precisamos chegar e concluir o processo republicano de eleições gerais em 2022 sem falcatruas nem medidas arbitrárias porque é o que a Democracia está por exigir.

 

A ATUAL REPRESENTAÇÃO E SEUS EFEITOS

 

O presidente Jair Bolsonaro se serve das relações diplomáticas em Dubai para dar a real dimensão do que se denomina farra com dinheiro público e (im)postura no trato de questões como a Amazônia servindo de chacota internacional

 

Como fez, recentemente, na Europa onde sequer participou da COP 26, também em Dubai não soube ser à altura da representação do País.

 

ENQUANTO ISSO…

 

Diferentemente de Bolsonaro, o ex-presidente Lula cumpre uma série de agendas oficiais na Europa liderando e dialogando com as principais personalidades de partidos progressistas.

 

Além de tudo será o principal orador de reunião do Mercado Europeu nesta 2a feira.

Quanta diferença!

 

ÚLTIMA

 

” Cada um dá o que tem…”


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