Brasil

A “Mãe Pátria” clama por melhores tratos para com civilidade cuidar de todos filhos de forma decente e humana

2022 será na história um ano diferente e decisivo quando avaliamos o tempo no País de reflexão e zelo com o futuro próximo diante de milhões de brasileiros, irmãos e irmãs de todas as raças e credos, ainda implorando um tratamento humano e civilizado desprovido de erros continuados de nossa elite política no exercício do poder.

 

É que a fome anda matando demais porque voltou a assustar e existir envolvendo muitos brasileiros e brasileiras, pior crianças e jovens.

 

É duro, mas não temos outro caminho, que não seja nos servirmos deste sentimento afetuoso para com as mães em seu dia, senão apelar da mesma forma renovar a luta no sentido de que a MÃE PÁTRIA chamada na prática de País de nome Brasil, possa efetivamente construir uma melhor fase de conduta no trato de todas as políticas, em especial as públicas, para resolver muitos e graves dramas sociais.

 

A Classe Média, por exemplo, anda empobrecida pela condição espremida de “sanduíche social” desrespeitada.

 

Há erros continuados de insistência na exclusão de muitos frente a um contexto de cultura ao ódio humano segregando em larga escala e querendo impor a cultura da arma ao invés da educação para impedir assim a melhoria do nível de vida das pessoas.

 

Mas, a MÃE PÁTRIA há muito precisa de melhor cuidado em vários níveis porque a condução de políticas públicas, por exemplo, precisa efetivamente de se saber resolver os problemas econômicos em favor da maioria da população – vide custo de vida elevado, combustíveis em nível exorbitante, aumento da fome, serviços básicos ausentes, etc- porque não se resolve os dramas dos ricos deixando os pobres sem amparo e abrigo decente.

 

Trocando em miúdos, não tem jeito: é no voto, na condução pacifica de nossa gente que precisamos reconquistar nossa soberania com retomada da esperança de que podemos viver muito melhor sem a cultura da grosseria e/ou brutalidade.

 

Lula e Alckmin representam desde sábado de maio em si a superação de entraves em nome de um Brasil soberano e referência global de trato decente à cidadania.

 

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“A Esperança insiste em viver”


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