Internacional

“A nova “Guerra Fria” puxada pelos Estados Unidos contra China e Rússia é comprovação e reconhecimento do poderio global chinês”

A nova “Guerra Fria” puxada pelos Estados Unidos contra China e Rússia é comprovação e reconhecimento do poderio global chinês

 

Os principais veículos de comunicação do Planeta não param de repercutir desde esta segunda-feira, 13, o endurecimento do discurso do Ocidente (via OTAN) puxado pelos Estados Unidos gerando duras críticas aos avanços armamentistas da China e Rússia mas, no frigir dos ovos, tudo não passa de reconhecimento tácito do poderio chinês, especificamente, às vésperas de alçar à condição de maior Potência econômica do mundo.

 

A estratégia do presidente americano de resgatar as relações dos EUA com os países europeus, diferente de Trump, além de tudo busca em vão freiar os investimentos chineses e russos com armamento em proporção que, de fato, chamam a atenção porque representam volume global muito relevante.

 

ONDE O OCIDENTE JÁ PERDE PARA CHINA

Desde a fase anterior de Donald Trump, os investimentos da última década produzidos pelos chineses implicam na prática em liderança oriental na tecnologia de ponta há mais tempo com 5G na frente dos EUA, ainda estando nesta mesma liderança resolvendo a vacina e controle da Covid mais rápido, também investindo pesado na indústria armamentista ( este é o grande temor) e, por fim, por estar às vésperas de consolidar a condição de maior País econômico do mundo.

 

É PRECISO SE PREPARAR MESMO

 

A geopolítica do Ocidente já faz tempo passou a conviver com a expansão da China, sobretudo, como também da Rússia, embora seja fundamental entender que mesmo na Europa, Américas, etc, os chineses avançaram muito em negociações com países ocidentais em tamanha escala que hoje até a Alemanha aliada americana pediu cautela no trato desta questão de “Guerra Fria”.

 

SINTESE

 

O fato é que aos Estados Unidos só resta tentar mobilizar aliados, mas jamais conseguirão freiar os avanços globais da China, sem dúvidas com Capital para atrair apoiadores no Ocidente nesta nova fase da geopolítica.


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