Brasil

Após prisão de Milton Ribeiro, Randolfe busca as duas últimas assinaturas para instalar CPI do MEC

O senador é autor de um requerimento para apurar denúncias de irregularidades no ministério, que levou à prisão de Ribeiro

Rede Brasil Atual A prisão do ex-ministro da Educação Milton Ribeiro na manhã de hoje (22) expõe mais um episódio de corrupção dentro do governo Bolsonaro, desta vez com desdobramentos. Desse modo, a operação da Polícia Federal reacendeu a disputa por assinaturas de senadores para a instalação da CPI do MEC proposta em março. Autor de um requerimento para apurar denúncias de irregularidades no ministério, que levou à prisão de Ribeiro, o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) voltou a trabalhar para reunir as duas assinaturas que faltam para a criação da comissão. São necessárias 27.

O presidente da Comissão de Educação, senador Marcelo Castro (MDB-PI), se comprometeu a assinar. Outros nomes comprometidos, como Flávio Arns (Podemos-PR) e Otto Alencar (PSD-BA), ainda não assinaram.

“É compreensível agora porque o governo Bolsonaro se esforçou tanto para retirar assinaturas da CPI do MEC. Ainda em abril, nós precisávamos apenas de mais DUAS. Agora sabemos a razão! O Bolsolão do MEC já é o maior escândalo de corrupção da história!’, escreveu Randolfe.


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