Ceará

Ceará tem mais de 30 agências bancárias fechadas por casos de Covid-19 entre funcionários, diz sindicato

O presidente da entidade que representa a categoria informou que os casos foram registrados em Fortaleza e no interior do estado.

 

O Ceará registrou fechamento de cerca de 30 agências bancárias nas duas primeiras semanas de 2022, de acordo com o Sindicato dos Bancários do Ceará (SEEB/CE). A interrupção do serviço nessas unidades aconteceu porque funcionários tiveram suspeita ou confirmação de Covid-19, bem como foi impactada com o surto de Influenza h3n2 que o estado enfrenta.

 

“Nós identificamos que após as festas de fim de ano, a partir do dia 5 de janeiro, houve um aumento extraordinário de afastamento por conta de saúde. Então, os protocolos levaram ao fechamento de agências, que são monitoradas pelos sindicatos”, informa Carlos Eduardo, presidente do SEEB/CE.

 

“O sindicato estimava entre 18 e 20 agências, mas esse número aumentou e já está chegando perto de 30. É um número muito fluído porque [permanecer fechada] depende do perfil da agência, da função ou segmentação do funcionário. Isso tudo pode permitir um tempo de retomada do atendimento ainda menor, mas já vimos situações que duram dias e dias”, detalha o representante sindical.

 

Ele informou que os casos foram registrados tanto na capital quanto no interior, mas optou por não repassar em quais unidades, instituições bancárias ou municípios os fechamentos aconteceram.

“Uma agência bancária tem um risco [de contaminação] muito grande, porque é um ambiente fechado. Se não tivermos o isolamento das pessoas contaminadas, isso pode garantir o adoecimento de todos que tiveram contato”, complementa o presidente do SEEB/CE.

O presidente do SEEB/CE explica que os dados foram levantados com informações obtidas de diferentes fontes. “O sindicato monitora a situação do impacto da pandemia da Covid-19 desde o início, lá em março de 2020. O que nós recebemos de informação vem de denúncias feitas pelos próprios trabalhadores bancários, dirigentes sindicais e também informações fornecidas pelas instituições financeiras”, explica Carlos Eduardo.

 

também destaca que os bancos e agências contribuem na busca por frear os registros. “Na maioria dos casos, as próprias instituições financeiras têm promovido o fechamento das agências e a identificação dos casos”, garante o líder sindical.

g1 ce

 


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