Brasil

Cristiano Zanin e Valeska Teixeira comentam que novo arquivamento contra Lula atesta uso de Lawfare para perseguir

Por Walter Santos

 

Os advogados Cristiano Zanin e Valeska Teixeira Martins, defensores do ex-presidente Lula no caso Lava Jato, revelaram mais uma vez que o arquivamento de novo processo contra o líder petista confirma que Lula foi vítima de lawfare, que consiste no uso estratégico das leis para a obtenção de fins ilegítimos, neste caso para interferir no cenário político do país.”

 

Eles destacaram que “é muito significativo ver mais uma investigação indevidamente aberta contra o ex-presidente Lula ter pedido de arquivamento do próprio Ministério Público Federal, diante da inexistência de qualquer elemento que pudesse configurar a prática de ato ilícito”.

 

Eles destacam: ” Trata-se de caso emblemático, uma vez que, após uma denúncia descabida apresentada pelo ex-Procurador Geral da República ao STF, o caso foi remetido à primeira instância e após quase seis anos de investigação o MPF não identificou qualquer elemento que pudesse justificar uma acusação.

 

Os advogados reforçam: “até porque, como anotou o MPF, a hipótese acusatória formulada partia da premissa da existência de uma organização criminosa, acusação falsa arquitetada indevidamente pela “lava jato” e que foi definitivamente afastada pela Justiça,  por meio da sentença transitada em julgado que absolveu Lula e outras pessoas no processo que ficou conhecido como “quadrilhão”.


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