Nordeste

Eleições em estados do Nordeste têm reviravoltas com alianças inesperadas

Os exemplos mais notáveis são as alianças de Flávio Dino com a família Sarney no Maranhão e a separação entre Lira e Bolsonaro em Alagoas

 

 

247 – A definição das coligações para as eleições nos estados do Nordeste trouxe uniões e separações impensáveis para quem analisava o cenário político há um ano. Nesta sexta-feira (5) terminou o prazo para as convenções partidárias.

 

 

Opositores históricos se aliaram e houve rompimentos traumáticos. Com isso, as eleições terão palanques que juntaram “água e óleo” e que separaram “gêmeos siameses”, aponta reportagem de Carlos Madeiro no UOL.

 

 

Em sua coluna, Madeiro relata seis episódios que ele classifica como “no mínimo curiosos” de alianças feitas (ou desfeitas) para as eleições estaduais em 2022.

 

 

Um dos exemplos em destaque é a separação entre Jair Bolsonaro (PL) e o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP) na disputa pelo governo de Alagoas.

 

 

Lira levou o PP a apoiar um candidato que vota na terceira via em nível nacional: o senador Rodrigo Cunha (União Brasil). Já a prima de Lira, a deputada estadual Jó Pereira (PSDB), é a vice na chapa e também não tem qualquer identificação com Bolsonaro ou com o bolsonarismo.

 

 

Outro exemplo em destaque é o cenário eleitoral no Maranhão, onde o maior opositor recente do sarneysismo no estado, o ex-governador Flávio Dino (PSB), estará no mesmo palanque ao governo que o MDB da família Sarney.

 

 

Madeiro relata que no dia 21 de julho, o MDB maranhense decidiu em convenção apoiar Carlos Brandão (PSB) na disputa. No mesmo dia, Roseana Sarney tirou fotos ao lado de Brandão, que assumiu o governo para Dino se candidatar ao Senado. 


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