Internacional

Inteligência de Israel ajudou EUA a rastrear Soleimani no dia de seu assassinato, diz relatório

Sputnik – Até agora Tel Aviv tem negado ter participado do assassinato de Qassem Soleimani, líder da Força Quds do Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica, mas o portal Yahoo! News afirma o contrário.

 

O Comando Conjunto de Operações Especiais dos EUA destacado em Israel cooperou com serviços especiais israelenses “homólogos” em janeiro de 2020 durante toda a secreta operação bem-sucedida contra Qassem Soleimani, líder da Força Quds, o braço estrangeiro do Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica (IRGC, na sigla em inglês), informou no sábado (8) o portal Yahoo! News.

 

Segundo 15 oficiais norte-americanos ativos ou reformados citados, incluindo pelo menos um membro da Agência de Inteligência dos EUA (CIA, na sigla em inglês), cuja organização participou do planejamento da operação, Soleimani trocou vários celulares algumas horas antes de aterrissar em Bagdá, Iraque. Ao mesmo tempo, a inteligência dos EUA trabalhou com “colegas” israelenses, que estariam supervisionando os padrões dos celulares de Soleimani.

“Os israelenses, que tinham acesso aos números de Soleimani, os passaram para os americanos, que rastrearam Soleimani e seu telefone atual até Bagdá”, escreveu o portal.

 

Os diplomatas israelenses em Washington, EUA, ainda não comentaram o relatório. Até agora Israel tem negado a participação no ataque.


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