Internacional

Mais de mil são presos na Rússia em atos contra a guerra; governo desestimula “protestos não autorizados”

A polícia deteve mais de mil pessoas que participavam de protestos em diversas cidades da Rússia contra a invasão na Ucrânia, iniciada na madrugada desta quinta-feira (24).

 

O balanço foi divulgado pela organização OVD-Info, que costuma acompanhar a repressão do governo russo contra manifestantes. Ao menos 47 cidades, incluindo a capital russa, Moscou, registraram manifestações contra a decisão do presidente Vladimir Putin de autorizar a investida.

 

O Ministério do Interior da Rússia afirmou aos russos que “se abstenham de protestos não autorizados”. Caso contrário, podem ser “presos e responsabilizados”. A pasta também destacou que existem “restrições ao coronavírus, inclusive em eventos públicos”.

 

A Rússia tenta barrar a entrada da Ucrânia na Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), liderada pelos Estados Unidos.

 

De acordo com o Ministério da Defesa da Rússia, os militares destruíram 83 alvos terrestres na Ucrânia, “alcançando todos os seus objetivos”.

 

O representante oficial do Ministério da Defesa russo, Igor Konashenkov, disse que mais de 70 instalações militares terrestres da Ucrânia foram desativadas na sequência dos ataques das Forças Armadas da Rússia.

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