NORDESTE

Ministro Wellington Dias articula com governadores macro mobilização para zerar a fome até 2030 em debate na reunião do Consórcio Nordeste

Por Walter Santos

 

O ministro do Desenvolvimento Social, Wellington Dias, revelou que estará na reunião do Consórcio Nordeste nesta sexta-feira, em João Pessoa, para apresentar uma proposta visando zerar a fome nos 9 estados ao longo dos próximos anos até 2030 no máximo.

 

– A vida do povo Nordestino melhorou neste século com forte crescimento na primeira década até a metade da segunda década deste século  e por volta de 2016, infelizmente, tivemos retrocesso! Cresceu a pobreza e extrema pobreza! – comentou o ministro em contato com a reportagem da Revista NORDESTE.

Segundo ele, “agora no MDS, valorizando a extraordinária experiência do Consórcio Nordeste, estamos dialogando para importantes desafios: e que tal se integrarmos as experiências acumuladas e investindo no que está dando melhor resultado, integrando várias políticas, da educação, saúde, emprego e renda, cooperativismo e associativismo e tecnologias avançadas, e nos desafiar a que a Região Nordeste seja a região do Brasil até 2030 que mais vai tirar famílias e pessoas da fome, na direção de um NORDESTE SEM FOME, comentou.

Para ele, a Região Nordeste pode plantar uma marca da região que mais tirou pessoas e famílias  da extrema pobreza e da pobreza.

COMO SERÁ – Conforme explicou, as Câmaras Temáticas da área social, agricultura familiar, educação, saúde, segurança, ao todo são 18 áreas da vida com um trabalho e equipes extraordinárias, servindo de modelo para o Brasil.

 

Segundo informou, líderes de diferentes partidos, pensamentos e experiências  se somam na Defesa dos interesses maiores do nosso povo. Acho extraordinário com perspectivas de bons resultados.

PLANO DO MDS – Ele explicou que  “pelo MDS devemos trabalhar um Plano para etapa 2023 com cerca de 36 mil novas cisternas no programa água para todos que o presidente Lula deve lançar muito em breve, com investimentos da ordem de R$ 230 milhões. A cisterna é mais que uma uma obra de água para consumo humano e produção, é uma arte social para a própria educação de convivência com o semi árido , comentou.


Os comentários a seguir são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site.

Recomendamos pra você


Receba Notícias no WhatsApp