Ceará

No Ceará, a escolha de Izolda Cela por Camilo Santana enfrenta opção de Cid/Ciro por Roberto Cláudio; há indecisão, até quando?

O ano de 2022 promete cenas políticas no Ceará a serem marcadas por suspense e circunstâncias em que, mesmo com a existência de forte Oposição no estado, está na relação do PT e PDT – mais do que isso na composição e escolha do governador Camilo Santana e dos irmãos Gomes (Cid e Ciro), o futuro do Estado ascendente economicamente há anos.

 

O cenário é fácil de entender: enquanto Camilo Santana faz escolha consolidada da vice-governadora Izolda Cela, do PDT, como candidata à sua sucessão ao Governo, os irmãos FG trabalham além dos bastidores pela hipótese do ex-prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio, na condição de nome preferido.

 

Neste contexto, ainda se faz preciso levar em conta o nível das relações entre o pré-candidato à presidência  Ciro Gomes, do PDT, diante do favorito Lula – há algum tempo alvo de agressões continuadas do cearense. A dados de hoje não há clima de convivência mínima entre eles e isto é um forte incômodo.

APÓS ABRIL

Embora Camilo conviva politicamente bem com os irmãos FG, o suspense se projeta para a fase pós abril, data escolhida pelo governador para se  desincompatibilizar e apoiar a Vice Izolda, porque se faz preciso gerar Pacto capaz de ser mais forte do que o temperamento dos irmãos Gomes, uma vez que, do contrário, é crise braba à vista.

 

Como hábil condutor político, Camilo passa a ser elemento fundamental na escolha e consolidação do futuro candidato a interferir nos anos seguintes do Ceará.

Em síntese, o papel do governador anda pra lá de decisivo, logo ele que será candidato ao Senado com chances reais de eleição convivendo como que diante de fio descapado pelo tom de Ciro na conduta política.

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“Só deixo meu Cariri / no último pau -de- arara”


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