NORDESTE

O significado do BNB e a fundamental decisão de manter agência no Centro Histórico para revitalizar o lugar primeiro

Presidente do BNB recebe presidente da API em avanços (Foto: Reprodução)

Nesta terça-feira, 25, de comemorações de 49 anos da Revolução dos Cravos em Portugal diante do presidente Lula ratificando retomadas das relações com lusitanos, mesmo quando presidente do BC, Campos Neto, insistindo em segurar retomada econômica com juros a 13%, cá no outro lado do Atlântico, uma reunião realizada em João Pessoa, capital paraibana, pode mudar o rumo futuro do Centro Histórico, tão aviltado.

 

É que, depois de reunião importante com o governador João Azevêdo, presidente do Consórcio Nordeste, o presidente do BNB, Paulo Câmara, manifestou decisão que certamente modificará a realidade do Centro Histórico ao garantir a manutenção da Agência no local, sobretudo, depois de instalação da sede da Guarda Municipal ao lado exatamente do BNB.

 

Primeira reunião do Comitê do Centro Histórico com BNB (Foto: Reprodução)

 

A garantia de reforço da segurança pela Secretaria de Segurança Municipal refaz uma preocupação bancária, agirá superada, sobretudo porque a PMJP anuncia inúmeros equipamentos de reforço à revitalização do Centro Histórico.

Na prática, a construção deste importante passo passa pelo Comitê do CH instalado pela API e que teve a iniciativa do presidente Marcos Werick de consolidar em alinhamento com a Superintendência do BNB na Capital esta nova fase extraordinária. O encontro do líder dos jornalista teve natureza super especial.

Trocando em miúdos, pela primeira vez depois de tantas ameaças, enfim, a sensibilidade do presidente é superintendente do BNB consolidam a nova etapa de recuperação real do Centro Histórico.

Como diria Maria Júlia (minha mãe in memorian), é assim que se faz.

 

A jornalista Afra Soares (Foto: Reprodução)

 

“À AFRA O QUE É DE AFRA”

Em que pese a articulação do presidente Marcos Werick pela iniciativa para atrair apoio do presidente do BNB, é imperioso reconhecer a participação de outras personagens como Afra Soares, jornalista formada pelo DAC/UFPB, em ter sido muito importante as articulações e avanços do Comitê do Centro Histórico.

Muito bom mesmo.

 

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“Cada um dá o que tem…”


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