Brasil

Pablo Marçal denuncia tentativa de golpe contra sua candidatura

Candidato do Pros também acusa TV Globo de ignorar seu direito de participar de sabatina no JN

 

 

O candidato do Pros à Presidência da República, Pablo Marçal, está empreendendo neste momento duas grandes batalhas: uma tentativa de golpe contra sua postulação e a garantia de participação em sabatina do Jornal Nacional, da TV Globo.

 

 

“Estão tentando dar um golpe em minha candidatura”, denunciou o presidenciável, em meio a guerra jurídica dentro do Pros, deflagrada pelo ex-presidente Eurípedes Júnior, que tenta reassumir o partido para tirar o protagonismo eleitoral da legenda e negociar apoio à candidatura do petista Luiz Inácio Lula da Silva.
Ao longo da semana, liminares concedidas por tribunais superiores provocaram reviravoltas no Pros. A última, do ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Ricardo Lewandowski, determinou que Eurípedes Júnior volte ao cargo de presidente do partido. Pablo Marçal já anunciou que vai recorrer.

 

 

“Minha candidatura é um ato jurídico perfeito, dentro do prazo hábil. Tem que ter um prazo para divulgação e o que está rolando agora é um golpe, inclusive estão fazendo uma reunião de maneira escusa”, disse.

 

*Na tela (em branco) da Globo*
Em outro front, Pablo Marçal tenta garantir o direito de participação em sabatina promovida pela TV Globo com os presidenciáveis.

 

A emissora havia selecionado cinco candidatos sob os critérios de pontuação em pesquisas e representação no Congresso. Marçal se encaixa em ambos. Ainda assim, segue sendo ignorado, mesmo com a desistência de André Janones.

 

“Eu sou o quinto melhor pontuado nas pesquisas e a desistência de Janones reforça meu direito, que é líquido e certo, de levar minhas ideias e propostas aos brasileiros”, defende.
A equipe de Marçal fez os primeiros contatos com a Globo, através de sua assessoria de imprensa, mas não houve posicionamento da emissora.

 

 

A equipe jurídica do candidato do Pros também encaminhou notificação extrajudicial e o próprio Marçal fez contatos com diretores da emissora para viabilizar a participação.

 

“Já existem mais de cem mil comentários nas redes sociais da TV Globo, dos eleitores brasileiros, exigindo minha participação e a emissora não se posiciona”, revelou Marçal, reforçando que é “profundamente democrático levar ideias plurais aà população, permitindo que faça a melhor escolha”.


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