Brasil

PSDB intervém tirando Dória da disputa, ignora regras democráticas e faz aposta em Tebet por orientação de marketing sem adesão popular

A busca desenfreada e enlouquecida por uma candidatura que construa a tão comentada e ainda inexistente Terceira Via na disputa presidencial fez o PSDB nacional rasgar estatuto e histórico democrático tirando abruptamente o projeto eleito de João Doria pela aposta sem apoio eleitoral de Simone Tebet.

 

O partido deu uma demonstração clara e pública de como não se deve fazer política, sobretudo depois de uma série de etapas conduzidas e vencidas por Doria no voto partidário Aqui já não mais importando entender tantos ódios pessoais implodindo a conduta política transparente.

 

O fato é que a recomendação de Paulo Guimarães indicando a perspectiva de uma candidatura feminina como fator de mais apelo futuro, mais os graves problemas de relacionamento entre líderes tucanos contra Doria, serviram de desfecho à possibilidade de apoio à Simone Tebet.

 

Há resistência ainda a Tebet, entre ela Aécio Neves e Eduardo Leite, mas tudo leva a crer em caso de situação definida.

 

Agora, é saber que será Vice na chapa liderada pelo MDB.

 

EFEITOS NOS ESTADOS

 

O fato é que no Nordeste, por exemplo, o MDB tem acordo celebrado com Lula, algo que vai afetar fortemente a candidatura de Tebet.

 

Em Alagoas, é impossível mudar o rumo pro Lula, da mesma forma na Paraiba, onde o senador Veneziano se apresenta como candidato ao Governo do PT.

 

MAIS UM DESFALQUE

O anúncio de apoio público à candidatura de Rangel Junior, do PC do B, pelo deputado federal do PT, Frei Anastácio, e de Anisio Maia, do PSB, é fato a merecer registro porque implica em não votar no ex-governador Ricardo Coutinho.

 

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