Internacional

PT, PSDB e mais cinco partidos preparam novo pedido de impeachment

247 – Participaram da reunião a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, o ex-ministro de Lula e Dilma Rousseff e ex-governador do Rio Grande do Sul Tarso Genro, a ex-senadora e ex-presidenciável Marina Silva e o vice-presidente da CPI da Covid, Randolfe Rodrigues, pela Rede, o senador José Aníbal, pelo PSDB, e representantes de DEM, PSB, PSL, PV e Cidadania, entre outros.

 

O objetivo é discutir um pedido conjunto de impeachment de Jair Bolsonaro e organizar um ato internacional, com a presença de políticos de diversos matizes ideológicos e personalidades da academia e das artes. Ele será virtual e tem por objetivo expor o estrago à imagem do Brasil no exterior causado pelo governo Bolsonaro e a escalada autoritária do presidente.

 

De acordo com reportagem da coluna de Vera Magalhães, de O Globo, o grupo discute, ainda, a possibilidade de participar em conjunto dos atos convocados para o dia 12 pelo MBL e outras organizações de direita e do ato do dia 18, convocado pelos movimentos sociais e pelas frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo. Para isso será mudada a palavra de ordem de convocação do ato da direita, que hoje está na linha “nem Lula nem Bolsonaro”.

 

O argumento dos participantes do fórum Direitos Já – Fórum pela Democracia, que promoveu a reunião, é que o momento seria de unir esforços em repúdio ao golpismo de Bolsonaro, e deixar a discussão eleitoral para outro momento.

 

A agenda culminaria com um grande ato nacional juntando lideranças políticas no palanque ou em participação virtual. A ideia, segundo o senador Randolfe Rodrigues, é juntar “de Lula a Fernando Henrique Cardoso, de Ciro Gomes a João Doria” em repúdio às pregações antidemocráticas feitas por Bolsonaro.

O ato seria realizado nos fins de semana de 25 de setembro ou 2 de outubro, datas que coincidiriam também com a apresentação e votação do relatório final da CPI da Covid.

 

O grupo irá também solicitar audiências com o presidente do STF, Luiz Fux, para expressar solidariedade, e com o presidente da Câmara, Arthur Lira, para que destrave a tramitação dos pedidos de impeachment.

 

 


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