Brasil

Queiroga fala sobre gesto obsceno em NY: “Quem fala o que quer, ouve o que não quer”

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, comentou a repercussão do seu descontrole ao fazer gesto obsceno para brasileiros em Nova York, na última segunda-feira (21), que faziam protesto contra Jair Bolsonaro.

 

Ao ser confrontado com protestos, Queiroga se levantou da poltrona no ônibus e mostrou o dedo do meio, num gesto obsceno que não necessita de explicação.

 

De acordo com Queiroga, “quem fala o que quer, ouve o que não quer”. “Mas este é o assunto que menos me preocupa, neste momento. Estou preocupado, mesmo, é com minha saúde”, completou o ministro da saúde.

 

Queiroga, que foi diagnosticado com Covid-19 e disse que sente apenas sintomas de uma “gripe leve”, cumpre quarentena em hotel de luxo que deve custar ao menos R$ 30 mil só em diárias em Nova York.

 

Nesta quarta-feira (22), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) encaminhou um ofício à Casa Civil da Presidência da República pedindo o isolamento de 14 dias de Bolsonaro e toda comitiva presidencial que teve contato com Queiroga.


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