Internacional

Walter Santos revela acordo China-Rússsia pró Venezuela diante de acerto EUA-Brasil para invasão freada pelo Coronovirus

11/04/2020


O Publisher Walter Santos, também analista econômico e político da Revista NORDESTE traz dados e análise importante sobre como o Coronavirus impediu adoção de ação militar dos EUA e Brasil na Venezuela, que já conta com apoio da Rússia e mais recentemente da China.

Esta “nova guerra” é fruto de acordo entre Eua/BRASIL e a compra de U$ 2 trilhões de armamento adquirido por Donald Trump às vésperas da morte autorizada dos dois generais iraniano e iraquiano em Bagdá, em março, antes da reuniao de Trump com Bolsonaro.

A ordem é gerar crise social no Brasil daí a missão de Bolsonaro.

Conjuntura internacional: China adere à Rússia na proteção da Venezuela diante de acordo dos EUA com Bolsonaro para invadir País andino

Enquanto o mundo se dedica a acompanhar os efeitos do Coronavirus transformando os Estados Unidos no País mais infectado no mundo, somente o vírus seria capaz de freiar a implantação de nova frente de guerra dos EUA na Venezuela com apoio do Brasil para justificar a compra americana de U$ 2 trilhões de armamento da Indústria do setor antes do acordo assinado em Orlando com presidente brasileiro.

Em tempo: na véspera de Donald Trump concordar em autorizar o drone a executar/matar os generais Irano e iraquiano, o presidente americano assinou contrato de U$ 2 trilhões com a indústria armamentista, logo onde identificar o novo front da nova loucura de guerra? Na América do Sul? Na Venezuela e no Brasil?

Este é o fato mais importante da conjuntura armamentista internacional comprovando que o Coronavirus interrompeu implabtação de grande pacto dos EUA com Brasil em nível tão grave que fez a China assinar protocolo com a Venezuela depois do apoio da Rússia ao país sul-americano.

BOLSONARO CONTAMINOU EUA

A expressão pode parecer esdrúxula, mas não é, porque foi o presidente brasileiro quem coincidentemente “contaminou” ou gerou as condições disso com a maioria da comitiva brasileira na data (8 de março) assinando acordo militar nos EUA de ampliação e preocupação da Venezuela.

A contaminação do vírus retardou a operação de guerra dando tempo para Rússia e China agirem visando impedir o conflito sob pena de graves desdobramentos na América do Sul e no Brasil, onde Bolsonaro insiste em crise para gerar ação das Forças Armadas.

BRASIL TRATADO À LOUCURA

Todos os movimentos de Bolsonaro implicam em se contrapor à OMS, que Trump se rendeu e mandou adotar quarentena.

É como, de caso pensado, ele busque o conflito social no Brasil para justificar indevidamente a ação das Forças Armadas, algo que inexiste condições de emprego no momento pelo respeito democrático do povo e das instituições.

Toda as instituições, partidos e bom senso social negam e impedem o uso da força – algo desejado pelo descontrolado presidente.

Esta é a realidade a exigir construção de nova fase no Brasil, sempre na democracia.


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