Internacional

A geopolítica global expõe problemática com retirada  dos EUA do Afeganistão e ainda do Iraque; o foco agora é a América Latina

Nenhum estudante neófito de ciência política de Haward, USP ou da UFPB ignora o imenso fracasso da retirada das tropas americanas do Afeganistão diante de trilhões de dólares investidos para nada, da mesma forma a saída do Iraque sem construir um cenário positivo depois de anos de guerra.

Este é o saldo, além do enfraquecimento das tropas na Síria, em síntese, portanto são vários cenários a provar que os investimentos armamentistas em nome da Defesa da Democracia nesses países simplesmente fracassou.

AMÉRICA LATINA NO ALVO

Numa leitura superficial da conjuntura da geopolítica é possível admitir e antever que os EUA e sua política de intervenção nos continentes resolveram escolher os países da América Latina como seu novo e principal alvo.

Já há uma crise estabelecida com a Venezuela , berço da maior bacia de petróleo do mundo, da mesma forma que está em curso uma ação deliberada para tentar implodir Cuba, país comunista de resultados e maior referência de contraponto socio-economico, merecendo ampliação do embargo econômico, mas agora com novidades.

É que a China, principal adversário global americano, resolveu investir em Cuba e vai ocupar espaços estratégicos de agora em diante.

O BRASIL COMO MAIOR PREOCUPAÇÃO

<span;>Venezuela e Cuba são focos de preocupação americana, mas nenhum dos países atrai maior preocupação do que o Brasil diante da perspectiva real de eleição do ex-presidente Lula, hoje imbatível se as eleições se realizassem agora.

<span;>Lula é tratado como comunista sem sê-lo. Ele apenas não abre mão da soberania brasileira de definir seus destinos sem a interferência americana. É por isso que o governo dos EUA decidiram sair do Oriente Média para investir trilhões de dólares na América Latina porque a reação à intervenção dos EUA ampliou-se imensamente.

<span;>Tomara que não façam do Brasil com um governo incompetente e armamentista o mesmo cenário de Guerras infrutíferas no Oriente Médio.

Em síntese, Lula não é comunista  mas tem consciência do papel global que irrita imensamente o governo americano. E tem muita moral e capacidade de mudanças. Com ele presidente muda a geopolítica global.

 

 


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